[Review] Oh My Prince

Quem vê Oh My Prince pela primeira vez, pode se espantar por causa dos gráficos coloridos e até pelo próprio nome. Mas pra quem já jogou Dragonica (como eu), sabe que não é perda de tempo dar uma olhada nesses jogos e com OMP não é diferente.

O jogo conta a mesma história, mas pelos olhos de três personagens: a princesa, o príncipe e o cavaleiro.

-A princesa:

O príncipe chega ao reino e a princesa se apaixona por ele. Ela procura fazer coisas para agradá-lo, enquanto ele vai expulsar os bárbaros, mas ele acaba demorando para voltar e ela decide ir atrás dele.

-O príncipe:

Ele e sua montaria James, um gato gigante, vão para o reino para poder expulsar os bárbaros, mas nem tudo sai como o planejado…

-O cavaleiro:

Um brilhante guerreiro, mas com uma característica bem marcante: ele adora se embebedar com vinhos. Ahhh ele também cuida das moças… enquanto elas estão banhando!

-King Jony e Nicole:

Ele um coelho musculoso, ela uma coelha pequenina e fofinha, querem dominar o mundo e deixar apenas as cenouras nele… eles são coelhos, ué.

Oh My Prince é um puzzle bem divertidinho, onde seu objetivo é fazer pares com as figuras mostradas. A dificuldade vai de acordo com o nível que você está e em qual história você está; o da princesa é o mais básico e fácil. O do príncipe existem paredes para lhe atrapalhar; o do cavaleiro, conforme você vai fazendo os pares, mais peças vão aparecendo. Existem três peças especiais no jogo: Shuffle: embaralha as peças; Hints: faz uma jogada para você; e Time: lhe dá mais tempo. Dentre elas, apenas a Time é usada na hora em que você a obtêm. No modo arcade, você joga apenas contra o tempo, para conseguir a maior pontuação.

Conforme você vai avançando nas fases, aparecem alguns mini-jogos: quebra-cabeça, desviar de bombas, achar objetos na imagem oferecida e pilotar uma moto (com o James! :D).

O jogo também possui um sistema de prêmios, conforme você vai completando o jogo. Baseie-se nele e termine o jogo 100%. A imagem a seguir, mostra o painel com alguns objetivos que completei e um que falta completar:

A música não é o ponto forte no jogo, apesar dela combinar com o jogo, é muito repetitiva e passar vários níceis com músicas com pouca variação, não é muito legal.

No geral, o jogo é bem agradável. Pelo que aparenta, o jogo deve ser direcionado ao publico infanto-juvenil e, acredito eu, eles irão gostar.

Oh My Prince foi desenvolvido pela Tritium INC e está custando $9.95.

OBS: não se intimide pelo cursor em formato de varinha mágica.

GamersGate

[Review] The Legend of Vraz

“A propaganda é a alma do negócio”. Muitos de vocês já devem ter ouvido essa frase, mas não se engane, existe propaganda enganosa. Fui acreditar na propaganda de The Legend of Vraz e me arrependi.

O gameplay é básico e fica a desejar. Você pode controlar pelo teclado ou pelo mouse, sendo que ambos têm seus defeitos e qualidades. Para entender melhor como funciona os controles, veja o vídeo a seguir:

Outro problema fica na precisão do jogo. Você pode matar seus inimigos com a flecha ou pisando na cabeça deles e, eu me cansei, de tanto pular na cabeça dos inimigos. não acontecer nada com eles e eu ainda perdia HP. Têm que ver isso aí, gente!

A história é mostrada no início do jogo por algumas imagens… e só! (pelo menos até onde vi). Vraz quer se casar com a princesa Avi, mas para isso acontecer, ele terá que completar alguns objetivos para o pai dela.

A música consegue agradar com seu toque indiano, mas não demora muito. Depois de algum tempo, começa a fica repetitiva e jogos com músicas repetitivas, não dá pra jogar por muito tempo.

Os gráficos do jogo ficaram legais e bem feitinhos, o que consegue agradar os olhos. É aquele jogo que, se você for apenas olhar ele parado fica legal, mas quando começa o movimento você se decepciona.

Você pode ver mais imagens na galeria do site oficial.

The Legend of Vraz custa $20.00, achei muito caro para o porte do jogo, com esse dinheiro você consegue jogos melhores no Steam.

Site oficial.

[Review] Bob Came in Pieces

Tudo ia bem na vida de Bob, até que um dia indo para o trabalho, ele teve um problema em sua nave e acabou caindo em um planeta ali perto. Com a queda, a nave dele se despedaçou e sua missão é recuperá-las.

O jogo foi bem elaborado e onde você mais percebi isso, é na física. Quando você têm que empurrar ou puxar bloco, a força que a sua nave deve fazer é maior, dependendo do objeto e o jogo faz questão de mostrar isso logo no início. Ao longo do jogo você vai recuperando as peças da nave de Bob e você vai acoplando-as em sua nave ou não, dependendo de que puzzle você precisa resolver. E caso você coloque mais peças de um lado, mais fácil será de sua nave capotar (cada peça possui o seu determinado peso).

Ache as peças durante as fases e personalize sua nave do seu jeito.

O gráfico do jogo está bem legal, detalhado e colorido, deixando-o bem bonito através de seus 14 capítulos, que vão passando por florestas, áreas subterrâneas e gélidas.  (Nota: achei o jogo com o gráfico que lembra Trine). O som também não fica a desejar e foi bem trabalhando, não fazendo com que você tenha que jogar BCiP enquanto escuta as músicas do seu PC.

Mas o jogo não se resolve apenas em resolver o puzzle, você também pode “lutar contra o tempo”, nos também conhecidos como Speed Run, para ser o mais rápido e alcançar o topo no ranking.

Além da campanha o jogo ainda possui as VR Missions, onde o cenário é diferente do modo campanha, mas o objetivo é o mesmo: usar suas habilidades para vencer os puzzles.

Bob Came in Pieces é um jogo desenvolvido pela Ludosity Interactive e está disponível para PC e para Mac.

GamersGate.com

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